Prevention of Medication loss through a Marketplace and Blockchain

“Brazil is one of the largest countries in the world in terms of population and economy. Like any other large country, it still has internal problems that affects the quality of life Although it’s a country with a huge potential in many areas, health system remains one of the biggest problems. The lack of medicines in health’s services affects life of millions of people on a daily basis that needs medication for medical treatments Research has shown that this problem has been going on for years and only public healthcare loses about R$ 7 billion a year on medication that have expired. There are also many cases where there is inconsistency in edication storage records and the actual medication present, contributing to the problem and opening doors for public fund misuse and corruption Beyond the waste and social problems, there is incineration costs for the disposal of the medicines and environmental contamination resulting from the process From this point on, we developed a platform that uses the concepts of a marketplace to prevent the loss of medications that are close to expiring.”

Solução Blockchain desenvolvida pelo CPQD dá suporte a rede de compartilhamento de medicamentos N2Med Ledger

O TI Bahia.com divulgou uma matéria sobre a N2Med Ledger, confira alguns detalhes abaixo:

O desperdício de medicamentos, causado principalmente pelo vencimento do seu prazo de validade, é um problema sério no Brasil. Em alguns casos, a perda chega a 30%, por outro lado, em todo o país, hospitais e farmácias, públicos e privados, sofrem com a falta de medicamentos, especialmente os de custo mais alto.
Com o objetivo de conciliar essas duas situações, combatendo o desperdício, foi criada uma rede de compartilhamento de medicamentos que utiliza tecnologia Blockchain para dar segurança às transações e, ainda, garantir que elas sejam realizadas de acordo com as normas da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Fernando Marino, líder técnico em Blockchain do CPQD, explica: “Todos os registros acontecem na rede Ledger que conecta as instituições, isso desburocratiza e traz agilidade ao processo. “Com isso, uma transação que levava dias para ser concluída agora pode ser realizada em segundos, e com total confiabilidade para todos os envolvidos”.
Outra vantagem oferecida pela solução, desenvolvida em plataforma Hyperledger Fabric, está na garantia de rastreabilidade dos medicamentos (que têm suas informações registradas na rede) e também das transações realizadas.

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Solução Blockchain dá suporte a rede de medicamentos N2Med Ledger

Acompanhe a matéria da TI Inside Comunicações, sobre a N2Med.

Batizada de N2Med Ledger, a nova rede tem como base uma solução Blockchain desenvolvida pelo CPQD, com o apoio da EMBRAPII, do SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e da N2M-I Technology Ventures. “O foco inicial da N2Med Ledger são os medicamentos em risco de expirar o prazo de validade”, afirma Lourran Carvalho, farmacêutica pesquisadora e idealizadora do projeto. Segundo ela, estudos indicam que o setor de saúde pública poderia poupar pelo menos R$ 1 bilhão por ano, ao evitar o vencimento do prazo de validade dos medicamentos.

Na N2Med Ledger, as organizações cadastradas (farmácias, hospitais, laboratórios e entidades sociais) podem realizar a troca, empréstimo ou doação de medicamentos liberados pela Anvisa. Lourran destaca que tudo é feito com base em regras estabelecidas por consenso em contratos inteligentes.

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N2Med e Health Systems Global abordarão o tema “desperdício de medicamentos” em evento que ocorrerá no dia 07 de Outubro.

O Health Systems Global é uma organização internacional dirigida por pesquisadores, tomadores de decisão e implementadores dedicados a promover a pesquisa em sistemas de saúde e a tradução de conhecimento. No dia 07 de Outubro, a organização realizará um evento em São Paulo, tendo como um dos expositores o N2Med Ledger.

“Antes do Sexto Simpósio Global de Pesquisa em Sistemas de Saúde (HSR2020), que ocorrerá em Dubai em novembro de 2020, a Rede Regional HSG América Latina e Caribe (ALC) está organizando uma série de reuniões pré-simpósio com parceiros da região para explorar temas do simpósio. De maneira mais ampla, os eventos também visam contribuir para a construção da comunidade de Pesquisa em Políticas e Sistemas de Saúde (HPSR) .”

Será explorado como N2Med, uma rede de compartilhamento de medicamentos e materiais médicos, promete eliminar com segurança, o desperdício de medicamentos e a crise de abastecimento por meio de um sistema de troca, empréstimo e doação.

https://www.healthsystemsglobal.org

Notícias sobre o tema

MEDICAMENTOS ESTÃO VENCENDO EM GALPÃO ALUGADO PELO GOVERNO DE MINAS GERAIS

“Alguns medicamentos que deveriam ser distribuídos de graça a população estão se perdendo em um galpão alugado pelo governo de Minas. Vídeos que denunciam o descaso foram divulgados nas redes sociais” .

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COM MILHARES DE REMÉDIOS VENCIDOS, CAMARAGIBE (PE) SOFRE COM A FALTA DE MEDICAMENTOS.

“Mais de 50 mil medicamentos e produtos hospitalares foram encontrados fora da validade em um depósito da Secretaria de Saúde da cidade, o material estaria avaliado em aproximadamente R$ 1 milhão.”

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VISTORIA ENCONTRA ABANDONO A MOFO EM HOSPITAIS PAULISTAS

“Uma fiscalização do TCE (Tribunal de Contas do Estado) em 300 unidades de saúde do estado encontrou problemas como medicamentos vencidos, depósitos de materiais improvisados, infiltrações de água e mofo. ”

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CENTRAL DE MEDICAMENTOS DO AMAZONAS TEM R$ 2 MILHÕES EM MEDICAMENTOS VENCIDOS

“Além de 75% dos estoques zerados, verificou-se a existência de remédios vencidos, que somam um prejuízo estimado em R$ 2 milhões. Além disso, os produtos vencidos representam risco de contaminação”

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Merenda escolar e medicamentos vencidos são encontrados em depósitos de TIANGUÁ, NO CEARÁ

“Centenas de alimentos e medicamentos com prazos vencidos foram encontrados nos depósitos em Tianguá. […] O depósito de medicamentos possui produtos vencidos, como remédios para pressão, diabetes, anticoncepcionais e leite para recém nascidos. A maioria dos medicamentos venceram entre o final de 2017 e o começo de 2018. As farmácias dos postos de saúde do município permanecem com prateleiras vazias”

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SUS JOGA FORA 16 MILHÕES EM MEDICAMENTOS DE ALTO CUSTO

“O Sistema Único de Saúde (SUS) gasta cerca de R$ 7,1 bilhões por ano para comprar remédios de alto custo, mas parte desse valor tem ido direto para o lixo. Um relatório inédito da Controladoria-Geral da União (CGU), concluído em abril, mostra que pelo menos 11 Estados e o Distrito Federal jogaram remédios fora em 2014 e 2015. E a causa desse desperdício, que chega a R$ 16 milhões, foram validade vencida.”

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RIO DE JANEIRO QUEIMA 700 TONELADAS DE MEDICAMENTOS E MATERIAL HOSPITALAR

” 700 toneladas de remédios e materiais foram incineradas entre junho de 2014 e março do ano de 2016. O prazo de validade dessa montanha de suprimentos essenciais expirou sem que ninguém evitasse o desastre anunciado.”

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3 MILHÕES DE REAIS SÃO GASTOS, NO RIO DE JANEIRO, PARA INCINERAR MEDICAMENTO VENCIDOS

“O governo do Rio de Janeiro gastou quase R$ 3 milhões para incinerar  medicamentos e insumos hospitalares com prazo de validade vencida. De acordo com o presidente da Comissão de Orçamento, Fiscalização e Controle, o valor se refere ao custo de R$ 2,86 por quilo incinerado, multiplicado pelas 700 toneladas já incineradas no ano passado, somadas às 300 toneladas encontradas em fevereiro na Central Geral de Abastecimento (CGA) da Secretaria de Estado Saúde, em Niterói.”

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